O trabalho em câmaras frias e a legislação

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2 de abril de 2013 | 0 comentários

Câmara FriaDentre as diversas funções profissionais existentes, algumas, pela natureza do trabalho em si, apresentam uma maior periculosidade, necessitando assim do cumprimento exato de todas as medidas de segurança determinadas por lei para que os trabalhadores não sejam afetados ou expostos a agentes nocivos à sua saúde.

É o caso dos profissionais que exercem suas atividades em locais de temperaturas extremas, como em câmaras frias, suportando níveis abaixo de zero grau.

A lei, no caso de colaboradores que trabalham em câmaras frias é bastante taxativa no zelo pela segurança, exigindo que haja intervalos na realização desses trabalhos, como especifica o Decreto-lei 5452/43:

“Para os empregados que trabalham no interior das câmaras frigoríficas e para os que movimentam mercadorias do ambiente quente ou normal para o frio e vice-versa, depois de 1 hora e 40 minutos de trabalho contínuo, será assegurado um período de 20 minutos de repouso, computado esse intervalo como de trabalho efetivo.”

Outro fator de segurança decisivo na realização dos trabalhos em câmaras frias é a utilização de todos os equipamentos de proteção individual estipulados pela lei, de acordo com o Norma Regulamentadora 6, sendo eles:

  • Proteção da cabeça, crânio, pescoço e do tronco: capuz de segurança contra riscos de origem térmica e vestimenta de proteção ao tronco;

Capuz térmico

  • Proteção dos membros superiores: Luva de segurança para proteção contra agentes térmicos;

Luvas

  • Proteção dos membros inferiores: calçado, meia e calça de segurança para proteção dos pés contra baixas temperaturas;

Bota térmica

  • Proteção do corpo inteiro: Conjunto de segurança composto por calça e blusão ou mesmo jaqueta ou paletó, cuja função é a proteção tanto do tronco quanto dos membros inferiores e superiores contra agentes térmicos.

Câmera fria

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