Análise de operabilidade de perigos: como aplicá-la na prática

Tão essencial quanto trabalhar com equipamentos de proteção é identificar possíveis perigos e desvios nos processos de trabalho. Conheça mais sobre o tema!

Quem acompanha as postagens aqui no blog da EPI Tuiuti está familiarizado com a sigla HAZOP e sobre a sua contribuição para a segurança do trabalho. Porém, para tripulantes de primeira viagem, a gente explica. A sigla tem origem em Hazard and Operability Study, ou traduzindo para o nosso idioma, Análise de Operabilidade de Perigos. Este é o assunto de hoje aqui no blog. Continue a leitura!

Veja como aplicar na prática a análise de operabilidade de perigos

  • Nó de processo: não sabe o que é isso? Trata-se de um processo mapeado por fluxogramas e por onde é possível observar de maneira ampla todo o cenário para aplicação da análise de operabilidade de perigos.
  • Orientação: o líder de uma empresa ou de uma equipe deve orientar seus colegas sobre o tema, passos seguintes e sobre a importância do assunto. Acredite, quanto todos trabalham em conjunto, os resultados aparecem.
  • Causas: é preciso identificar as causas dos risos em um determinado ambiente de trabalho. Na prática, a análise de operabilidade de perigos tem seu pontapé inicial aqui.
  • Consequências: seguindo um raciocínio lógico é a etapa na qual são relatados os efeitos causados pelos problemas identificados.
  • Providências: como o próprio nome já deixa claro, são as providências que devem ser tomadas, as ações necessárias para minimizar danos e evitar surgimentos de novos desvios.
  • Detecção: trata-se de mofo como determinados erros podem ser identificados. Um bom exemplo disso é a instalação de alarmes industriais que detectam falhas e alertam a todos.

Leia mais no blog: conheça as 9 classes de produtos considerados perigosos

Exemplo de análise de operabilidade de perigos

Vejamos como exemplo uma hipotética situação de uma empresa que trabalha com caldeiras a vapor e vasos de pressão. Neste exemplo, a empresa precisa realizar a análise de operabilidade de perigos em seus produtos e adota o sistema HAZOP. Acompanhe:

  • Causas: falta de água no reservatório, falhas na bomba elétrica, vazamento ou entupimento na alimentação do sistema, falha do profissional que opera.
  • Consequências: danos à estrutura das caldeiras, risco de acidentes no ambiente, comprometimento da cadeia produtiva, gastos inesperados.
  • Providências: instalação de medidores de vazão de água, de alarmes para detecção de vazamentos, criação de protocolos de segurança, melhores treinamentos da equipe de trabalho, adoção de uma política de manutenção preventiva.
  • Detecção: checagem período de todos os indicadores de vazão de água, testes de segurança períodos, atualização constantes da força de trabalho.

Evidentemente, toda e qualquer análise de operabilidade de perigos exige alto nível de comprometimento por parte da empresa e das pessoas envolvidas. Mas, acredite, o resultado é sempre positivo quanto as forças seguem para a mesma direção.

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