Entenda a importância da sinalização de segurança mesmo para situações sem emergência

Entenda a importância da sinalização de segurança mesmo para situações sem emergência
A sinalização de segurança é classificada em quatro tipos: sinais de obrigação, de perigo, de aviso e de emergência.

© Depositphotos.com / pakowacz A sinalização de segurança é classificada em quatro tipos: sinais de obrigação, de perigo, de aviso e de emergência.

A sinalização de segurança é um dos itens mais importantes para a qualidade do ambiente profissional, proteção dos funcionários e prevenção de acidentes. Independentemente da área de atuação da empresa, a utilização de símbolos que facilitam a organização do trabalho e a circulação dos funcionários é uma ação que ajuda a manter a qualidade do trabalho e a reduzir a ocorrência de acidentes.

Situações como a existência de uma goteira que deixa o chão molhado, por exemplo, podem ser sinalizadas com uma placa amarela indicando que o local está escorregadio e oferece perigo. Este tipo de sinalização imediata faz com que as pessoas tenham cuidado ao circular no local, evitando quedas. Esse exemplo é apenas um dentre as inúmeras facilitações oferecidas pela sinalização de segurança e que devem ser usadas adequadamente.

Tipos de sinalização de segurança

A sinalização é uma forma de fazer com que os trabalhadores e visitantes sejam devidamente comunicados a respeito das condições da área em que irão atuar, tomem conhecimento das áreas em que o acesso é restrito e dos locais em que é obrigatório o uso de determinado Equipamento de Proteção Individual (EPI).

As principais placas de sinalização de segurança trazem mensagens claras, que utilizam símbolos universais e cores padronizadas para alertar sobre os perigoso do local ou dar informações adicionais sobre ele. Há ainda sinais luminosos e alarmes sonoros, mas sempre com a ideia de que sejam dispositivos que chamem a atenção e sejam entendidas por qualquer pessoa que circule no local.

A sinalização de segurança é classificada em quatro tipos, de acordo com as áreas em que são aplicadas e a mensagem que transmitem:

  • Sinais de obrigação: indica a necessidade do uso de EPIs para evitar acidentes de trabalho;
  • Sinais de perigo: obrigatórios para que haja cautela, precaução ou que o local seja evitado. São as placas com informação de “área restrita”, “risco de contaminação”, “alta tensão”, “risco de quedas de objetos”, entre outras mensagens;
  • Sinais de aviso: indica sobre atitudes perigosas que não devem ser realizadas no local. Normalmente são usados símbolos como indicação de material inflamável e radioativo;
  • Sinais de emergência: são placas que falam sobre saídas de emergência, rotas de fuga e equipamentos de emergência. Elas guiam as pessoas para a direção correta e ajudam a resolver os problemas de forma mais imediata.

Como deve ser feita a sinalização

Quando a sinalização é feita em formato de placas, ela deve ser de metal e seguir as dimensões padrão. O sinal deve ser colocado em posição de alta visibilidade e com comunicação imediata e clara. Se o risco for temporário, a placa deve ser retirada assim que o problema for resolvido.

Algumas situações pedem que as placas recebam o acréscimo de luminosidade ou acústica, principalmente quando precisam se destacar em ambientes escuros ou chamar atenção com alarmes. A sinalização gestual não requer o uso de placas, e é usada durante o deslocamento de equipamentos e produtos, respeitando as normas padronizadas dos símbolos visuais.

As sinalizações de obstáculos e locais perigosos precisam ser bem localizadas para que o trabalhador já tenha consciência do ambiente que o espera a seguir, enquanto as sinalizações de incêndio devem estar localizadas em locais próximos aos extintores.

Locais como canteiros de obras, apresentam inúmeros tipos de riscos como quedas e máquinas circulando e que precisam do máximo de cuidado para evitar o acontecimento de acidentes.

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